Tudo começa com um primeiro passo. Como dizia Chico Science: "Um passo a frente e tu já não ta no mesmo lugar". Idéias existem e de fato são muitas. E quem não as tem? Quem não tem seus próprios pontos de vista? Creio que todos têm, mas não divulgam, seja por receio ou por falta de oportunidade (muito improvável, embora ainda exista).
Resolvi criar esse blog simplesmente para começar a escrever. Isso mesmo, para escrever. Percebi que tinha uma enorme vontade de escrever qualquer coisa que viesse à mente, tudo aquilo que sempre quis dizer, mas ainda não havia encontrado um meio específico para tal, ou simplesmente para compartilhar aquilo que achasse interessante. Alguns amigos me falavam que eu deveria ser escritor ou jornalista, nem sei se tenho cacife pra isso tudo, mas acho que nunca tive muito saco para isso, gostava de ler, mas tinha certo receio de escrever, de que saísse só bobagem. Até que um dia apertei a tecla ‘Dane-se’ e comecei a escrever tudo o que pensava, não importando a relevância do conteúdo, mas sim a simples expressão da minha própria vontade de escrever o que se passava naquele momento.
Certo, já encontrei um espaço de livre expressão... Mas só faltava um detalhe, talvez até o principal... O nome. Passei um bom tempo para poder arrumar um nome interessante pro blog. Horas e horas em frente ao computador, procurando blogs interessantes pra me inspirar, e também recorrendo ao dicionário, folheando-o numa atitude infantil de achar a palavra ou o termo quase perfeito pra solucionar meu profundo estado de dúvida. Fiquei criando frases e imaginando, dentre várias palavras, aquela que poderia definir o blog, que pudesse ser um nome legal, não muito conhecido, já que seria intimista, mas que despertasse a curiosidade de seletos leitores interessados. Foi difícil criar uma palavra para um blog que nem eu mesmo sei ainda especificamente sobre o que ele vai tratar. Aliás, criar não, pois as palavras e termos já existiam antes de eu ter a mirabolante idéia de inventar o tal blog, só me restava relacionar um nome bem neutro, já que ainda não tinha em mente um tema principal para meu novo espaço. Como não tenho pretensão de criar um ambiente de material descaradamente copiado, deixei a imaginação fluir e do nada, numa sexta-feira à noite, as luzes se apagam e tudo fica no escuro. Não, não tem nada a ver com sexta-feira treze, foi coincidentemente numa sexta-feira que as luzes do meu bairro se apagaram. Veio em mente os termos No Escuro, No Escuro do meu Quarto, O Breu e Eu... Todos títulos bem poéticos por sinal, mas ainda não era isso que eu queria. Não queria um blog, de cara, fosse lembrado como um canto deprê, porque tudo que lembra escuridão lembra treva que lembra tristeza e por aí vai, minha fase gótica já passou há muito tempo. Surgiu a palavra Blackout. Taí, “BLACKOUT”. Este seria um nome legal. Todos sabem o que é um blackout, quando as luzes se apagam em toda a cidade, deixando todos na mais caótica escuridão. É muito mais interessante se levarmos seu sentido para outro lado... A idéia do blog é ser intimista, totalmente pessoal, como quando se está no seu próprio quarto, com mil pensamentos. A questão de ser empático. Quando ocorre um blackout, você sabe que toda a cidade ou região está no escuro como você, que todos estão passando pelos mesmos transtornos e situações, sentindo na pele toda a dificuldade, medo do inesperado, adrenalina pelas surpresas e mistérios de uma noite em breu total. Enfim, todos na escuridão, todos iguais pelo menos naqueles minutos. Whatever, achei o título bem apropriado. Não é um nome que remete a nada diretamente, simplesmente blackout, o apagar das luzes e surgir das sensações em constantes mutações (não, isso não é um diário adolescente falando sobre sexo, foi só uma coincidência, ok? Kkk).
Certo, já encontrei um espaço de livre expressão... Mas só faltava um detalhe, talvez até o principal... O nome. Passei um bom tempo para poder arrumar um nome interessante pro blog. Horas e horas em frente ao computador, procurando blogs interessantes pra me inspirar, e também recorrendo ao dicionário, folheando-o numa atitude infantil de achar a palavra ou o termo quase perfeito pra solucionar meu profundo estado de dúvida. Fiquei criando frases e imaginando, dentre várias palavras, aquela que poderia definir o blog, que pudesse ser um nome legal, não muito conhecido, já que seria intimista, mas que despertasse a curiosidade de seletos leitores interessados. Foi difícil criar uma palavra para um blog que nem eu mesmo sei ainda especificamente sobre o que ele vai tratar. Aliás, criar não, pois as palavras e termos já existiam antes de eu ter a mirabolante idéia de inventar o tal blog, só me restava relacionar um nome bem neutro, já que ainda não tinha em mente um tema principal para meu novo espaço. Como não tenho pretensão de criar um ambiente de material descaradamente copiado, deixei a imaginação fluir e do nada, numa sexta-feira à noite, as luzes se apagam e tudo fica no escuro. Não, não tem nada a ver com sexta-feira treze, foi coincidentemente numa sexta-feira que as luzes do meu bairro se apagaram. Veio em mente os termos No Escuro, No Escuro do meu Quarto, O Breu e Eu... Todos títulos bem poéticos por sinal, mas ainda não era isso que eu queria. Não queria um blog, de cara, fosse lembrado como um canto deprê, porque tudo que lembra escuridão lembra treva que lembra tristeza e por aí vai, minha fase gótica já passou há muito tempo. Surgiu a palavra Blackout. Taí, “BLACKOUT”. Este seria um nome legal. Todos sabem o que é um blackout, quando as luzes se apagam em toda a cidade, deixando todos na mais caótica escuridão. É muito mais interessante se levarmos seu sentido para outro lado... A idéia do blog é ser intimista, totalmente pessoal, como quando se está no seu próprio quarto, com mil pensamentos. A questão de ser empático. Quando ocorre um blackout, você sabe que toda a cidade ou região está no escuro como você, que todos estão passando pelos mesmos transtornos e situações, sentindo na pele toda a dificuldade, medo do inesperado, adrenalina pelas surpresas e mistérios de uma noite em breu total. Enfim, todos na escuridão, todos iguais pelo menos naqueles minutos. Whatever, achei o título bem apropriado. Não é um nome que remete a nada diretamente, simplesmente blackout, o apagar das luzes e surgir das sensações em constantes mutações (não, isso não é um diário adolescente falando sobre sexo, foi só uma coincidência, ok? Kkk).
Sem mais delongas, tentarei postar tudo aquilo que eu achar essencialmente interessante, e olha que é difícil, pois imersos num mundo de tantas futilidades, não considero isso uma tarefa fácil, embora haja 'futilidades interessantes' que valem a pena serem bostadas e vão ser, com toda certeza. Ainda não defini um estilo próprio para o blog, não sei se falo de textos e livros, de musica ou filme, de intelectualidade ou banalidades contemporâneas, de pensamentos próprios e alheios, se falo da vida dos outros, de fantasia, mito ou realidade... Vou colocando o que eu achar conveniente e digno de uma postagem, o que me agradar. Quem não curtir, é simples, ou comenta construtivamente ou vaza! Quem gostar, welcome, ta em casa. Bem, vou moldando com o tempo, vamos ver no que vai dar.









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