É interessante quando nos damos demais aos outros. Quando somos tolos demais. O que fazer quando se tem um monte de defeitos que não nos levam a lugar nenhum? Quando somos desorganizados com as nossas coisas mas quando se trata com das coisas dos outros, damos o maior valor, a maior importância. A grama do vizinho parece sempre mais verde. Quando a gente fala mal dos outros mas não enxerga os próprios erros. Ou simplesmente quando a gente tenta ajudar a todos ao mesmo tempo e esquecemos de nós mesmos. Quando não sabemos impor um limite nas coisas e deixamos tudo fluir avassaladoramente até chegar num ponto quase insustentável. Não sabendo dizer NÃO às pessoas que gostamos. Quando a gente confia demais numa pessoa até que quebramos a cara mas mesmo assim não deixamos de gostar dela. Quando fingimos tantas vezes sermos o que não somos, quando fingimos um sorriso para agradar alguém, quando a gente finge ser um super-homem ou uma mulher-maravilha aparentando sempre estar de bem com a vida, com aquele sorriso de comercial de margarina. Quando choramos por quem não merece nenhuma lágrima nossa. Porque somos simpáticos com aquelas pessoas antipáticas que não estão nem aí com a nossa boa educação? Porque sempre tentamos ser o melhor cara do mundo, quando na verdade, quem a gente quer que mais se importe com isso, não dá a mínima? Quando vivemos perdoando o outro, dando segundas, terceiras e quartas chances a um ser que não merecia nem a primeira. Sabe, é muito ruim quando somos psicólogos 0800 dos outros, sabemos lidar com as questões alheias, mas quando se trata de consertarmos o que está quebrado na gente, não sabemos a quem ou ao que recorrer. Ás vezes recorremos a pessoas que não ajudam em nada ou simplesmente em coisas que, putz, sem comentários. Deve ser assim mesmo. A gente nunca aprende as coisas da noita para o dia. Deve ser quebrando a cara que se aprende, como diz o velho ditado. Talvez o tempo nos ensine a crescer. Bordões e clichês à parte, é muito chato todas essas idagações e devaneios sem fim. Quem sabe essas anotações sirvam de algo que preste e faça com que eu mude essa vidinha medíocre.
Planos
1 de jul. de 2011
Planos são coisas legais, que nós fazemos quando queremos alcançar alguma meta, quando queremos atingir algum objetivo. Sem planos, nós, seres humanos, não seríamos nada. Afinal, a razão de existirmos é sempre termos em mente um passo a mais para dar, uma coisa a mais para se fazer, afim de obtermos sempre o melhor, aquilo que nos coloque em boa posição, "um lugar ao sol", como dizem. Mas ás vezes levamos a vida construída em planos, em projetos que nunca se concretizam, planejamos demais e esquecemos de viver.
Penso sempre que há dois modos de viver a vida: o modo egípcio e o modo grego. Os egípcios viviam suas vidas baseados num futuro, tipo, num futuro pós vida. Pensavam em sua morte e tal, como seria, como deveria ser, para onde iriam... Preparavam-se anos e anos, quase a vida toda se assim posso dizer, em prol de uma coisa que eles tinham fé, de viver bem na vida que viria depois. Já os gregos viviam a vida por viver, poderiam até acreditar que haveria alguma "vida pós morte" mas não se empatavam por isso, não paravam por aí. Gregos viviam, egípcios planejavam. Não digo aqui que devemos viver nossa vida numa zona absoluta de bagunça, festas e descompromissos. Falo de viver a vida como ela é, viver a vida em sua essência.
Viver mais e planejar menos. A vida dá e tira, constrói e destrói, e é curta demais para que gastemos ela debruçados sobre papéis, tecendo planos ou planejando um futuro incerto. Fazer isso é como tentar capturar o ar, é possível, mas incrivelmente difícil e sem um motivo interessante para que tamanha difícil tarefa seja feita. Ao invés de ficar debruçado em fazer planos para o futuro, se quiser realmente planejar algo, planeja a permanência do que já têm, para que não perca o que já têm enquanto constrói ainda mais. Planejar é falho, viver também, mas somos obrigados a viver, não a planejar.
Viver mais e planejar menos. A vida dá e tira, constrói e destrói, e é curta demais para que gastemos ela debruçados sobre papéis, tecendo planos ou planejando um futuro incerto. Fazer isso é como tentar capturar o ar, é possível, mas incrivelmente difícil e sem um motivo interessante para que tamanha difícil tarefa seja feita. Ao invés de ficar debruçado em fazer planos para o futuro, se quiser realmente planejar algo, planeja a permanência do que já têm, para que não perca o que já têm enquanto constrói ainda mais. Planejar é falho, viver também, mas somos obrigados a viver, não a planejar.
Só para reflexão
"O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. Seja maduro, seja sempre o melhor que você puder ser. A única coisa imortal no homem é sua mente, pois seus ideais continuam por gerações e gerações, e é assim que conhecemos as grandes personalidades da história, por seus feitos. Portanto, faça o melhor que puder da sua maior e mais eficiente arma."
"Problemas não são obstáculos, mas oportunidades ímpares de superação e evolução.
O impossível só existiu até o dia em que inventaram a superação."
(Anônimo)
O impossível só existiu até o dia em que inventaram a superação."
(Anônimo)
Vestir-se de si mesmo
Acho que todo mundo em algum momento da vida já ficou meio incomodado por ser um pouco diferente. Diferente de diversas formas, seja pensando, agindo, vestindo. Tipo, de ser realmente diferente e não seguir os estereótipos lançados pelos outros.
Quem nunca foi alvo de inúmeras piadinhas, inclusive na época de escola, só por ser considerado ‘esquisito’, ou diferente do que todo mundo é? Esses tipos de zombarias (termo: Bullying) leva a pessoa a ter crises existenciais, pensando se tudo aquilo que se tem feito na vida vai ser sempre menosprezado. Quando se tenta falar com os amigos, eles nem ligam e falam algo do tipo “Ahh, relaxa pô...” e dizem na cara ou indiretamente que tu só tem que mudar uma coisinha no seu estilo ou comportamento, ou modo de fazer as coisas, que seja. E é aí que está o erro. Então deixa eu adivinhar o que acontece depois: você tenta mudar para ser aceito, tenta se ‘corrigir’ para entrar no padrão, tenta agradar... Mas não conseguiu... E se sentiu bem pior depois, certo?
Acho que o motivo é bem simples. A gente não tem que tentar fugir da nossa essência. A gente pode até tentar fingir, ou realmente conseguir mudar por um determinado tempo, mas num certo momento você voltará a ser você mesmo.
Mas, “como é que vou conseguir ser feliz, sendo que todo mundo só me menospreza, me ridiculariza, tira onda de mim, etc... ?”
Revolucione e capte a idéia. A importância de tudo isso e se aceitar como se é de verdade. Ser diferente é massa, isso é sinal que você tem algo que te destaca de todos, que te torna diferente até o ponto de ser notado, reconhecido, ganhar destaque sobre os demais. Ou você quer continuar sendo igual à grande massa? Sem educação, ignorante, intransigente, trapaceiros... Você quer continuar sendo igual a eles?
Todo mundo tem capacidades que vão além do próprio conhecimento, a gente apenas não sabe o meio correto de explorar todo esse potencial, justamente pelo medo de sermos os melhores possíveis. E estar lá em cima, no topo não é nada fácil. Todos que estão por baixo (os que tem o mesmo medo) se acham melhor, te julgam, te difamam, mas eles tem medo de tentar.
Mas em troca disso, a recompensa, toda a satisfação pessoal por ser reconhecido como importante, único e especial na vida de alguém próximo da gente, aqueles que realmente nos dão importância, é algo impagável.
Cada um de nós é como uma estrela, pelo brilho que podemos irradiar. Cabe apenas a você escolher o que fazer com todo esse brilho, se vai ignorar o fato e ser mais um ponto no céu assim como todos, ou se vai querer brilhar intensamente, ficando fixo no céu e servindo de exemplo e incentivo para as outras estrelas (pessoas) formando assim uma imensa constelação na qual você se destaca.
Perceba que para você se destacar, a vida vai exigir de você, assim como exigiu daquelea que estão lá em cima e que você tanto admira. Pode perceber que a maioria só chegou lá depois de muito esforço, depois de sofrer muita coisa tão quanto você. É interessante entender também que se a vida exige tanto assim, devemos nos sentir orgulhoso de tudo isso, porque Deus só exige muito daqueles que têm a capacidade de vencer, de brilhar.
Be yourself...
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