Breve comentário sobre a rotina

8 de mai. de 2011
A nossa mente nunca se paralisa de vez, não fica estagnada apenas no dia atual, a projeção das coisas é inevitável. O ser humano projeta, planeja, programa, combina... E vai sempre construindo seu próprio mundo, traçando uma trajetória aparentemente sem fim, como a vista de um passarinho sobre o horizonte à sua frente. A rotina em hipótese alguma seria indefinida: mudam todas as coisas que fazem parte da circunstância, se passam as idades, se chega o envelhecimento e logo em seguida, a morte, a do outro e a nossa, claro. Quando cai a ficha, sobretudo em relação à felicidade (ou à felicidade que não se teve), se imagina e projeta, mas se percebe que não seria possível continuar sem parar. O cotidiano, embora fatídico, dá uma breve ilusão de eternidade: se o cara faz todos os dias a mesma coisa, ele tem a impressão de que fará aquilo pra sempre. Logicamente não é verdade. O cara sabe. Mas essa rotina finge uma breve ilusão de perenidade, sem a qual a vida seria uma angústia sem fim.


As escolhas de uma vida




A certa altura do filme Crimes e Pecados, o personagem interpretado por Woody Allen diz: 'Nós somos a soma das nossas decisões'. Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu. Compartilho do ceticismo de Allen: A gente é o que a gente escolhe ser, O destino pouco tem a ver com isso. Desde pequenos aprendemos que, Ao fazer uma opção, Estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar 'minha vida'. Não é tarefa fácil. No momento em que se escolhe ser médico, Se está abrindo mão de ser piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a arquitetura. No amor, a mesma coisa: Namora-se um, outro, e mais outro, Num excitante vaivém de romances. Até que chega um momento em que é Preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, Apenas vivenciando amores E deixando-os ir embora quando se findam, Ou casar, e através do Casamento fundar uma microempresa, Com direito a casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades. As duas opções têm seus prós e contras: Viver sem laços e viver com laços... Escolha: Beber até cair ou virar vegetariano e budista? Todas as alternativas são válidas, Mas há um preço a pagar por elas. Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, Ser casados de segunda a sexta E solteiros nos finais de semana, Ter filhos quando se está bem-disposto E não tê-los quando se está cansado. Por isso é tão importante o auto conhecimento. Por isso é necessário ler muito, Ouvir os outros, Estagiar em várias tribos, Prestar atenção ao que Acontece em volta e não Cultivar preconceitos. Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, Elas têm que refletir o que a gente é. Lógico que se deve reavaliar decisões e Trocar de caminho, Ninguém é o mesmo para sempre. Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do Caminho anteriormente percorrido. A estrada é longa e o tempo é curto. Não deixe de fazer nada que queira, Mas tenha responsabilidade e maturidade Para arcar com as conseqüências destas ações. Lembrem-se: Suas escolhas têm 50% de chance de darem certo, Mas também 50% de chance de darem errado. 'É preciso muita coragem para enfrentar seus inimigos. Mas é preciso ainda mais coragem para enfrentar seus amigos.' Às vezes, é preciso esquecer um pouco a pressa e prestar mais atenção em todas as direções ao longo do caminho. A pressa cega os olhos. E deixamos de observar tantas coisas boas e belas que acontecem ao nosso redor. Às vezes, o que precisamos está tão próximo... Passamos, olhamos, mas não enxergamos. Não basta apenas olhar. É preciso saber olhar com os olhos, enxergar com a alma e apreciar com o coração. O primeiro passo para existir é imaginar. O segundo é nunca se esquecer de que querer fazer é poder fazer, basta acreditar.  (Pedro Bial)

"Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. 
Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, 
portanto hoje é o dia certo para amar, 
acreditar, fazer e principalmente
viver."  (Mahatma Ghandi)

O Tempo e sua índole quase humana

3 de mai. de 2011
A índole do Tempo é difícil. Ele é mais pálido que o irmão, o Espaço, mais irrequieto, mais misterioso, mais difícil de penetrar, de julgar e de conhecer. Mais inteligente também. E menos confiável. É personagem cruel, nervoso, volúvel, propenso ao paradoxo, de instabilidade doentia. Dele se pode dizer que dorme com um olho aberto, está sempre com um pé atrás ou fora e não perde oportunidade de deixar a companhia e ir-se porque se entediou. Confiar nele é loucura a que muitos se deixam levar.
Esse indivíduo instável, tão pouco digno de confiança, sexualmente mal resolvido, dado a todos os vícios e a todas as drogas, é sedutor profissional. Noite adentro, com luz de velas, conta histórias maravilhosas em que o amor se mescla à guerra, as quais o mais das vezes terminam mal. Diferentemente do irmão, transbordante de saúde, um tanto corado, sempre criança, pode-se dizer que o tempo não tem idade. Ele chega, aqui ou ali, a dar cambalhotas como um jovem. De súbito está muito velho. É capaz, contudo, de seduzir quem ele queira. E não se priva desse dom. Dons, ademais, não lhe faltam – tem todos. Usa-os, abusa-os. Não pára de elaborar projetos e de construir magníficos castelos no ar, destinados a desaparecer. O cúmulo é que chega a tomar verdadeiramente o poder, a fazer verdadeiramente fortuna e a conhecer o verdadeiro amor. É tão imprevisível, que dele sequer é possível desconfiar completamente.
Ele não é bom de amar. Tem um fraco pela morte, pelos fins trágicos, pelas paixões que sucubem e pelas demoradas ruínas. Pergunta-mo-nos por vezes se não está possuído pelo mal. Esse rapaz tão sedutor, que se confunde com o entusiasmo e com a esperança, tem um lado demoníaco. Por suas terras, tão imensas, também elas, que não se lhes vê o fim, nunca se passa duas vezes. Ele convida uma vez, com muito encanto e satisfação. A primeira estada, todavia, também é a última. Que não se acalente a esperança de voltar: “A meus domínios”, declara ele com odiosa soberba, “não se volta jamais”.
Pode-se suspeitar que o tempo seja dotado de poder algo secreto, insidioso, desmedido. Ele vangloria-se com muito gosto, e talvez sem falsidade, de dominar a todos os que têm a sorte ou o azar – como saber com ele? – de cair em seus domínios. Atribuem-se-lhe crimes inomináveis. Mas também muitos êxitos. Ele é quase sempre sombrio e sinistro, mas também sabe ser alegre e jovial. Transborda de idéias, de receitas, de lembranças, de histórias arrepiantes e de contos de fadas para as crianças. Todos os que têm projetos, empreendimentos, esperanças, bem como temores, procuram-no para que os auxilie. É fabricante de sonhos, doador de conselhos, emprestador também, e ilusionista, e agitador. É tão contraditório, que uns afirmam que ele os entedia e lhes provoca bocejos, enquanto outros o vêem, ao contrário, como animador prodigioso, mercador de ilusões e armadilhas, lanterna da noite e luz da esperança, professor de energia, mestre em quase todas as coisas. Profeta e mentor. Ninguém é mais misterioso. Nada mais enigmático. Nada mais fascinante.

Jean d’Ormesson, Quase nada sobre quase tudo (Record, pg. 32, ligeiramente adaptado)

Nostalgia em dia de chuva


Em Casa. Aqui estou eu mais uma vez, tentando recorrer a mais um assunto banal para tentar preencher o tempo de ócio no qual não quero me debruçar sobre apostilas e estudar para os concursos públicos da vida. Chove bastante lá fora e no noticiário vejo todos os transtornos e tragédias trazidas pela chuva. Percebo que a cada dia que se passa, o tempo fica pior, mais intenso. Quando chove, é demais, até o ponto de muita gente morrer. Quando faz calor, nem se fala, insuportável. Talvez seja um fato de viver num país abaixo dos trópicos ou mesmo pelas mudanças decorrentes do aquecimento global. Bom, infelicidades à parte, enquanto neva na Jamaica e esquimós chupam picolé de pitanga em Guiné Bissau ao som de Björk, eu to aqui em casa, em frente a esse monitor empoeirado que a rotina ou a preguiça (ah preguiça...) não me deixou de limpar. Arrumo uns papéis. Desço a escada. Pego biscoito e achocolatado e sento no chão da sala vendo tv e a chuva batendo na janela incansavelmente num sinjelo convite pra 'ficar em casa'. Então aqui estou. Haveria lugar mais aconchegante para se estar senão em sua própria casa pensando e remexendo lembranças infantis?
Começo a lembrar quando era pequeno, na casa da minha avó... Os domingos das férias no interior. Vinha meu primo que acabara de fazer ovos fritos e café trazido em xícaras de plástico, daquelas que ficam gosto mesmo lavando, que os nossos pais dão a gente com medo que a gente quebrasse se elas fossem de vidro ou porcelana, ou talvez porque não achassem que fossemos dignos de usar algum outro tipo que não fosse estas, pra facilitar pelas cores, até. Sentávamos-nos à mesa, que ficava numa varandinha pro quintal. Dava pra sentir aquele cheiro da terra quando a chuva batia. Dava pra sentir o cheiro (fedor na verdade) das galinhas que ficavam protegidas da chuva num depósito de tijolos e telhas para a reforma do banheiro. A lama, a grama, os cheiros. Tudo isso ainda permanece vivo em minha mente de um tempo onde não havia a opressão esmagadora do tempo e suas obrigações diárias, de um tempo de infantilidade, inocência, em que qualquer coisa era motivo pra festa ou berro desnecessário.
Doce tempo que não volta mais. Lamentar sobre isso, como fazem os poetas, acho balela. Só quero dizer sobre como as coisas mudam, ou seja, parece até que foi ontem que estive naquele local, com pessoas que hoje já não convivem mais comigo. E hoje aqui, quase 15 anos depois falando sobre algo que pensava que nunca teria relevância. E qual seria esta relevância? Não passou de um domingo de chuva banal durante um café-da-manhã familiar, right? Mais do que isso. Durante a chuva intensa de Junho, aquela casa antiga e sem luxo se tornava acolhedora. Era um ambiente onde éramos nós mesmos. Não que em algum momento fingíssemos algo a alguém, mas aquela cozinha, aqueles cheiros de tempero do almoço em preparo, parece que havia algo mágico, que fazia com que nos uníssemos mais do que em qualquer outra data específica, como o natal, por exemplo. Falávamos do passado, de um tio que matou um gato-do-mato que comia as galinhas, de um manequim de loja roubado pelo meu avô pra dar susto na minha avó, de cumade fulôzinha (é assim mesmo que se escreve), chupa-cabra e outras aberrações que nos intimidavam, do prefeito da cidade vizinha que traiu a mulher com o cunhado, de uma tia gorda diabética que não parava de comer doce, da imensidão do mar pros que não conhecem, de amendoins a meteoros, de cigarros a encanamentos... Enfim, mil histórias e fatos passados que fez daquele momento algo único, eternizado em minha mente com toda a simplicidade de uma vida campestre. Não, não confundam. Eu não curto viver no campo. Embora acordar com buzina de carro não seja nem um pouco agradável quanto se acordar com som de galo cantando e tilintar de talheres na cozinha, a vida no campo não me agrada tanto. Ainda prefiro a agitação humana de um ambiente urbano.
Aquele momento no interior foi singular. Quando me recordo, aprendo a valorizar as coisas mais simples da vida, valorizar as pessoas, mesmo as mais ignorantes, se assim as posso chamar. Elas também têm algo a falar, algo de útil, embora não pareça à primeira vista. É bom ouvir, se aprende mais. A chuva batendo no telhado me trouxe isso. Talvez esse seja este, o de fazer lembranças vir à tona, o seu mais nobre motivo num momento nostálgico. Todo esse tédio umidecido que ela traz quando não a desejamos, camufla sua principal atuação: ela traz vida, faz crescer não só as plantas, mas sim germinar algo aqui dentro que às vezes não falamos para o outro por falta de tempo, ou oportunidade, ou coragem na cara. Considerando que a casa, o ambiente físico, seja uma semente, o que está dentro dela, as pessoas, tendem a ficar mais maleáveis e pacientes, ouvimos mais. Da forma que uma semente germina e cresce, assim seríamos nós perante a chuva. Ficar em casa, em standby, faz com que a aproximação entre as pessoas se torne mais forte, conversa-se mais, rir-se mais, conseguimos descobrir mais sobre uma pessoa num momento simples de conversa do que numa convivência de vinte anos. Isso é incrivelmente verdade, é só experimentar. Então, que a janela embace e a lama suje meus pés. Quero mais que chova... 
 



Andei pensando...


De uns dias pra cá eu venho percebendo que tem uma hora na nossa vida, que a gente desperta para o mundo, como se tivéssemos num sonho adormecido. É estranho... Aí a gente busca lá dentro uma força tão grande, uma expectativa esperançosa de ver nossos sonhos realizados. É um momento só nosso, um momento de carência, de solidão, de ilusão (talvez) e uma vontade louca de encontrar alguém que se perdeu no tempo, que há muito tempo não vemos, mas que se encontra presente  em nossa mente no atual momento. O interessante disso tudo é poder se observar, fazer uma auto-análise. Valorizar o que se tem de bom para oferecer, ouvir alguém que tem algo importante a dizer, ouvir os mais velhos, pois nem sempre damos a devida atenção que deveríamos dar. Ter consciência do nosso grau de importância, porque somos únicos neste mundo. Algumas vezes, falamos para nós mesmos que não sabemos o significado da palavra amor, mas podemos senti-lo. Não me refiro aqui apenas a amor entre namorados, um homem e uma mulher e tal... Digo de todas as formas inimagináveis, em todas as dimensões. Podemos valorizar este sentimento por cada carícia e carinho, por cada gesto atencioso, por cada sorriso mostrado e bem praticado. Se existe alguém especial, esse alguém é você. Sou eu. Somos nós. Pois estamos acima do bem do mal. Muitas vezes, o bem e o mal estão dentro da gente mesmo, não somos apenas influenciados por essa sociedade arbitrária que está aí fora, pois nem tudo é só influência. Mas o mais importante é que a gente saiba eliminar este mal, agindo de maneira consciente sem prejudicar ninguém. Nem sei se o que eu to dizendo faz algum sentido, pode ser apenas força de expressão, mas percebo que tem um fundo de verdade


O bem e o mal ás vezes está dentro de nós, coagindo-nos a fazer coisas que não imaginávamos que poderíamos fazer. Isso vale para as duas percepções.  

 

Step one!





Tudo começa com um primeiro passo. Como dizia Chico Science: "Um passo a frente e tu já não ta no mesmo lugar". Idéias existem e de fato são muitas. E quem não as tem? Quem não tem seus próprios pontos de vista? Creio que todos têm, mas não divulgam, seja por receio ou por falta de oportunidade (muito improvável, embora ainda exista).
Resolvi criar esse blog simplesmente para começar a escrever. Isso mesmo, para escrever. Percebi que tinha uma enorme vontade de escrever qualquer coisa que viesse à mente, tudo aquilo que sempre quis dizer, mas ainda não havia encontrado um meio específico para tal, ou simplesmente para compartilhar aquilo que achasse interessante. Alguns amigos me falavam que eu deveria ser escritor ou jornalista, nem sei se tenho cacife pra isso tudo, mas acho que nunca tive muito saco para isso, gostava de ler, mas tinha certo receio de escrever, de que saísse só bobagem. Até que um dia apertei a tecla ‘Dane-se’ e comecei a escrever tudo o que pensava, não importando a relevância do conteúdo, mas sim a simples expressão da minha própria vontade de escrever o que se passava naquele momento.


Certo, já encontrei um espaço de livre expressão... Mas só faltava um detalhe, talvez até o principal... O nome. Passei um bom tempo para poder arrumar um nome interessante pro blog. Horas e horas em frente ao computador, procurando blogs interessantes pra me inspirar, e também recorrendo ao dicionário, folheando-o numa atitude infantil de achar a palavra ou o termo quase perfeito pra solucionar meu profundo estado de dúvida. Fiquei criando frases e imaginando, dentre várias palavras, aquela que poderia definir o blog, que pudesse ser um nome legal, não muito conhecido, já que seria intimista, mas que despertasse a curiosidade de seletos leitores interessados. Foi difícil criar uma palavra para um blog que nem eu mesmo sei ainda especificamente sobre o que ele vai tratar. Aliás, criar não, pois as palavras e termos já existiam antes de eu ter a mirabolante idéia de inventar o tal blog, só me restava relacionar um nome bem neutro, já que ainda não tinha em mente um tema principal para meu novo espaço. Como não tenho pretensão de criar um ambiente de material descaradamente copiado, deixei a imaginação fluir e do nada, numa sexta-feira à noite, as luzes se apagam e tudo fica no escuro. Não, não tem nada a ver com sexta-feira treze, foi coincidentemente numa sexta-feira que as luzes do meu bairro se apagaram. Veio em mente os termos No Escuro, No Escuro do meu Quarto, O Breu e Eu... Todos títulos bem poéticos por sinal, mas ainda não era isso que eu queria. Não queria um blog, de cara, fosse lembrado como um canto deprê, porque tudo que lembra escuridão lembra treva que lembra tristeza e por aí vai, minha fase gótica já passou há muito tempo. Surgiu a palavra Blackout. Taí, “BLACKOUT”. Este seria um nome legal. Todos sabem o que é um blackout, quando as luzes se apagam em toda a cidade, deixando todos na mais caótica escuridão. É muito mais interessante se levarmos seu sentido para outro lado... A idéia do blog é ser intimista, totalmente pessoal, como quando se está no seu próprio quarto, com mil pensamentos. A questão de ser empático. Quando ocorre um blackout, você sabe que toda a cidade ou região está no escuro como você, que todos estão passando pelos mesmos transtornos e situações, sentindo na pele toda a dificuldade, medo do inesperado, adrenalina pelas surpresas e mistérios de uma noite em breu total. Enfim, todos na escuridão, todos iguais pelo menos naqueles minutos. Whatever, achei o título bem apropriado. Não é um nome que remete a nada diretamente, simplesmente blackout, o apagar das luzes e surgir das sensações em constantes mutações (não, isso não é um diário adolescente falando sobre sexo, foi só uma coincidência, ok? Kkk).
Sem mais delongas, tentarei postar tudo aquilo que eu achar essencialmente interessante, e olha que é difícil, pois imersos num mundo de tantas futilidades, não considero isso uma tarefa fácil, embora haja 'futilidades interessantes' que valem a pena serem bostadas e vão ser, com toda certeza. Ainda não defini um estilo próprio para o blog, não sei se falo de textos e livros, de musica ou filme, de intelectualidade ou banalidades contemporâneas, de pensamentos próprios e alheios, se falo da vida dos outros, de fantasia, mito ou realidade... Vou colocando o que eu achar conveniente e digno de uma postagem, o que me agradar. Quem não curtir, é simples, ou comenta construtivamente ou vaza! Quem gostar, welcome, ta em casa. Bem, vou moldando com o tempo, vamos ver no que vai dar.



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