Planos são coisas legais, que nós fazemos quando queremos alcançar alguma meta, quando queremos atingir algum objetivo. Sem planos, nós, seres humanos, não seríamos nada. Afinal, a razão de existirmos é sempre termos em mente um passo a mais para dar, uma coisa a mais para se fazer, afim de obtermos sempre o melhor, aquilo que nos coloque em boa posição, "um lugar ao sol", como dizem. Mas ás vezes levamos a vida construída em planos, em projetos que nunca se concretizam, planejamos demais e esquecemos de viver.
Penso sempre que há dois modos de viver a vida: o modo egípcio e o modo grego. Os egípcios viviam suas vidas baseados num futuro, tipo, num futuro pós vida. Pensavam em sua morte e tal, como seria, como deveria ser, para onde iriam... Preparavam-se anos e anos, quase a vida toda se assim posso dizer, em prol de uma coisa que eles tinham fé, de viver bem na vida que viria depois. Já os gregos viviam a vida por viver, poderiam até acreditar que haveria alguma "vida pós morte" mas não se empatavam por isso, não paravam por aí. Gregos viviam, egípcios planejavam. Não digo aqui que devemos viver nossa vida numa zona absoluta de bagunça, festas e descompromissos. Falo de viver a vida como ela é, viver a vida em sua essência.
Viver mais e planejar menos. A vida dá e tira, constrói e destrói, e é curta demais para que gastemos ela debruçados sobre papéis, tecendo planos ou planejando um futuro incerto. Fazer isso é como tentar capturar o ar, é possível, mas incrivelmente difícil e sem um motivo interessante para que tamanha difícil tarefa seja feita. Ao invés de ficar debruçado em fazer planos para o futuro, se quiser realmente planejar algo, planeja a permanência do que já têm, para que não perca o que já têm enquanto constrói ainda mais. Planejar é falho, viver também, mas somos obrigados a viver, não a planejar.
Viver mais e planejar menos. A vida dá e tira, constrói e destrói, e é curta demais para que gastemos ela debruçados sobre papéis, tecendo planos ou planejando um futuro incerto. Fazer isso é como tentar capturar o ar, é possível, mas incrivelmente difícil e sem um motivo interessante para que tamanha difícil tarefa seja feita. Ao invés de ficar debruçado em fazer planos para o futuro, se quiser realmente planejar algo, planeja a permanência do que já têm, para que não perca o que já têm enquanto constrói ainda mais. Planejar é falho, viver também, mas somos obrigados a viver, não a planejar.










0 comentários deste post:
Postar um comentário
Críticas, elogios e sugestões são sempre importantes. Deixe sua impressão!